Mestres

Conheça aqui os jogadores brasileiros na modalidade de 64 casas com títulos de:

GRANDE MESTRE INTERNACIONAL (FMJD) – 64 CASAS

Lourival Mendes França

Douglas Diniz

MESTRE INTERNACIONAL (FMJD) – 64 CASAS

Alcebíades Gonzaga Souza Neto

Augusto Amilcar Mariano Carvalho

Ciro Gonçalves Barreto

Francisco Marcelo Araújo Oliveira

Kleython Tomás Santos

Jorge Carvalho Salomão

Miguel Cavalcante Silva

MESTRE FEDERAÇÃO (FMJD) – 64 CASAS

Francisco Jovino Cunha Leite

João de Deus Oliveira Carvalho

Linneu Mendes Monteiro

Oziel Souza Carvalho

GRANDE MESTRE NACIONAL – 64 CASAS

Nenhum jogador no Brasil conseguiu esse título até 2010.
Estamos calculando as normas de 2011 até 2014 e aí, provavelmente, teremos algum GMN – Grande Mestre Nacional.

Até 2010, apenas Augusto Carvalho e Marcelo Ciro tinham conseguido uma Norma para Grande Mestre Nacional.

MESTRE NACIONAL – 64 CASAS

Alexandro Jose Lima
Augusto Amilcar Mariano Carvalho
Francisco Marcelo Araujo Oliveira
Jose Cristovao Santos Santoro
Marcelo Ciro Martins Silva
Nadin Yehia Naufal
Wellington Souza Silva

Conheça aqui os jogadores brasileiros na modalidade de 100 casas com títulos de:

GRANDE MESTRE INTERNACIONAL (FMJD) – 100 CASAS

Allan Igor Moreno Silva

José Leandro Teixeira Borba

MESTRE INTERNACIONAL – (FMJD) 100 CASAS

José Maria Silva Filho

Lélio Marcos Luzes Sarcedo

MESTRE FEDERAÇÃO – (FMJD) 100 CASAS

Cleuber Souza Landim

Lucas Oliveira Massola

Antonio Conrado Ruffing

 Não existem os títulos de Mestre Nacional e Grande Mestre Nacional para 100 casas.

Tabela Nacional do cálculo de normas de 64 casas

Veja na tabela abaixo o cálculo de normas para homologação de títulos brasileiros de MESTRE NACIONAL E GRANDE MESTRE NACIONAL de 64 casas. Um jogador para conseguir o título de Mestre Nacional ou Grande Mestre Nacional precisa conseguir 3 normas em cada categoria.

tabela de calculo de normas de MN e GMN

Normas para Mestre Nacional e

Grande Mestre Nacional

Em 1975, a Confederação Brasileira homologou o título de Mestre Nacional para seis damistas: José Carlos Rabelo, Reginaldo da Cruz, Lourival Mendes França, Lélio Marcos Luzes Sarcedo, Douglas Diniz e Genaldo Gonzaga da Silva, ou seja, todos os damistas que até aquele momento tinham se tornado campeões brasileiros.

A própria Confederação Brasileira viu em 1979, que para que essa homologação tivesse um caráter oficial ela precisaria ser regulamentada através de critérios técnicos, pois apenas um título de campeão brasileiro não poderia dar direito a um título tão importante.

Assim, em 1979, 3 pessoas se reuniram em Piracicaba, S.P., para formalizar, pela primeira vez, o Ranking Brasileiro de Jogo de Damas: Roberto Telles de Souza, Nilton Valdemar Stock e Lélio Marcos Luzes Sarcedo.

Desse encontro saiu o primeiro ranking brasileiro, cuja elaboração técnica ficou aos cuidados de Roberto Telles de Souza.

Mas a dificuldade de comunicação entre as Federações e a dificuldade de mais patrocínios para aumentar o número de competições em todo o país, fez com que esse ranking brasileiro não tivesse continuidade.

Ao final da década de 1980, Carlos Alberto Ferrinho reiniciou o trabalho de criar um ranking brasileiro, mas novamente as dificuldades de comunicação entre as Federações fez com que esse trabalho não fosse adiante.

Em 1992, com a inclusão do jogo de damas nos Jogos Regionais e Abertos do Estado de São Paulo e a expansão da facilidade de comunicação via internet, a Federação Paulista de Jogo de Damas comandou a implantação do ranking para os participantes dos Jogos Regionais e Abertos. E esse ranking ganhou força e foi assumido pela Confederação Brasileira e se tornou o Ranking Brasileiro de Jogo de Damas, cujo responsável atualmente é o Diretor de Rating e Arbitragem da Confederação Brasileira, Édson Nogueira Duarte.

Hoje o Ranking Brasileiro é considerado um dos melhores do mundo e já faz parte do dia a dia do damista brasileiro.

 Os títulos nascem a partir do Rating

Após vários anos de funcionamento e crescimento do Ranking Brasileiro, a Confederação Brasileira tem condições de criar os títulos de Mestre Nacional e Grande Mestre Nacional.

E esse não é um trabalho onde a Confederação Brasileira cria seus critérios ou inventa seus critérios.

Tanto o rating como a distribuição de títulos são ferramentas já criadas há muitos anos e que já são utilizadas com sucesso por inúmeras outras organizações esportivas. A Confederação Brasileira está apenas aplicando essas ferramentas.

A homologação do título de Mestre Nacional e Grande Mestre Nacional passa por dois detalhes extremamente importantes: um excelente trabalho de cálculo de rating por parte da entidade organizadora e uma ótima performance do jogador em uma competição de categoria mínima para dar títulos.

O Rating Médio define a Categoria

Inúmeras vezes alguns jogadores reclamam que se saíram bem em determinada competição e não subiram quase nada no ranking.

Tudo depende de qual é a Categoria da competição.

As Categorias variam de 1 a 16.

O Rating Médio dos participantes define a Categoria da competição.

Vamos conhecer a Tabela das Categorias, que vão de I a XVI

quadra de categoria dos eventos

Na tabela acima temos o detalhamento da categoria de cada competição.

Se uma competição tiver rating médio entre 2251 e 2275, então será uma competição de Categoria 1 (ou I).

Se o rating médio de uma competição estiver entre 2401 e 2425, então essa competição será Categoria 7 (ou VII).

Tabela de Pontuação de Normas de Mestre e Grande Mestre Nacional

É comum os jogadores de damas apelidarem os amigos e adversários de mestre.

Este foi um grande problema, tanto com Damas como com o xadrez, pois esse título não pode ser algo aleatório.

Os organizadores sentiram a grande necessidade de criar argumentos numéricos para justificar os títulos.

A partir dessa necessidade, foi criada uma tabela, onde os ratings foram divididos em 16 categorias.

tabela de normas

Com esta tabela fica fácil calcular quantos pontos é necessário para conseguir as normas e consequentemente o título.

Para obter um título de Mestre Nacional um jogador precisará conseguir três normas e cada norma deve vir de um torneio especifico onde o jogador deverá conseguir a pontuação nescessária de acordo com a tabela acima. O mesmo para o título de Grande Mestre Nacional.

A tabela acima dá informação direta para normas de Mestre Nacional e Grande Mestre Nacional para qualquer torneio organizado em Sistema Schuring com o mínimo de 10 e o máximo de 20 participantes.

Para as competições em Sistema Suíço, essa tabela será gerada a partir dos adversários que o jogador enfrentou.